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jul
10

os cenários reais

Os Malaquias é baseado na minha história familiar e se passa na zona rural de Carmo do Rio Claro (ainda que eu não diga seu nome), sul de Minas Gerais.

Construção da igreja matriz da pequena cidade. No romance, a cidade começa com a chegada da hidrelétrica.

A praça central e o coreto de onde o personagem Timóteo faz revelações ao povo.

A cidade aos pés da Serra da Tormenta, no livro, é onde fica o colégio das francesas.

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10 Responses to “os cenários reais”


  1. 1 Alex Sens
    07/25/2010 às 20:54

    Demais essa amostra do processo criativo, Andréa. Estes Malaquias dão um belíssimo filme, vai por mim. :)

    • 2 andreadelfuego
      07/26/2010 às 15:15

      Que legal, Sens! Já pensou, cinema? Vou sonhar com isso. Beijões!

  2. 07/27/2010 às 00:27

    Pô… você num romance deve ser de doer. Tô louca pra ver.
    E essas fotos são tudo de lindas.

    Sabe, dia 13/08 eu e a Beatriz Bajo estaremos em Sampa, para a Bienal.
    Você podia deixar seu rastros. Seria lindo poder te dizer oi e, quem sabe, brindar um copo americano. rs.

    Um beijo, Andrea!

    • 4 andreadelfuego
      07/28/2010 às 18:46

      Flor, é chegada a hora, assim que puser os pés em SP, mande-me email. Cerveja fácil. Beijos!

  3. 07/28/2010 às 13:35

    Estou na metade do romance, e curtindo muito o fluxo delicado dos eventos. A cena inicial, do raio, é maravilhosa. “Os Malaquias” prova que é possível renovar a literatura rural. Que a metrópole não precisa ser o único cenário de todas as narrativas contemporâneas.

    • 8 andreadelfuego
      07/28/2010 às 18:41

      Dom Luiz Bras, meu maior medo era estar escrevendo um romance rural, o que significaria algo velho, defasado, descompassado. Fico surpresa, bem surpresa, que isso não “arranhe”. OBRIGADA, querido.

  4. 07/28/2010 às 23:20

    Eu sei, eu sei. Mas veja que eu não usei o famigerado “regional”. Fiquei só no “rural”, que dói menos (rs). Fique tranqüila, você está entre gente boa. E o mestre Ronaldo Correia de Brito está ao seu lado. Metrópole demais cansa. É preciso reinventar os cafundós do Judas.

    • 10 andreadelfuego
      07/29/2010 às 17:03

      Luiz, que maravilha, a companhia é muito boa! Parece que no ambiente rural fica mais fácil mexer no tempo, a metrópole em si já é marcada pelo horário comercial das lojas, dos departamentos, o tempo do semáforo. Na roça dá pra esticar tudo, nos cafundós a gente morre devagar. Acabei de ler Papéis inesperados, o último póstumo de Cortázar, onde diz um troço interessante sobre Platão, que o grego na verdade trabalhou a metafísica da nostalgia. Acho que essa saudade toda mora nos vales, nos cafundós. Beijão!!!


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